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Enfim o petróleo deu uma trégua e “interrompeu a sequência de altas”. Jorrou alívio nas bolsas do exterior, emporcalhadas nos últimos dias pelas cotações lá nos picos bem acima de US$ 100. Mesmo com a inflação nos EUA “reforçando apostas de alta do juros”, investidores ficaram mais tranquilos. Ufa, menos um dia de estrangulamento dos ativos, embora o rali no ano ainda assuste geral. Mas esse conforto não caiu bem no Ibovespa, que, além do dia da realização de lucros depois das altas e da realização do desejo de partir pro alívio do fim de semana, não captou bem o respiro. A Petrobras e a Vale foram pro vermelho e sufocaram a Bolsa. Quebrando o sigilo do dia, a baixa tem a ver ainda com a falta de pesquisa eleitoral, que hoje só sai depois do fechamento. Segura a bronca aí, gente fina. Gringos voltaram, pegaram visto até depois do segundo turno, e podem agiizar pra Bolsa daqui, mesmo com a pressão lá fora – lembrando que o horizonte relevante da semana que vem inclui Copom e Fed. Melhor ganhar neste fim de semana o fôlego que a B3 não teve hoje. Olhar pra além das expectativas desancoradas pode cair bem – e aí a gente observou FIIs de tijolo, previdência privada, Petrobras no meio da eleição, ações do Nubank. Cola aqui que não não tem bucha e seja feliz.
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