Competências híbridas — humanas + digitais:
Empregadores estão priorizando quem combina pensamento analítico, comunicação e compreensão tecnológica, especialmente em áreas estratégicas. Isso vai ser um diferencial fundamental na avaliação de talentos.
Inteligência Artificial como ferramenta — não substituta:
Embora a IA transforme tarefas, ela não substitui visão estratégica, liderança e capacidade de tomar decisões complexas. Profissionais capazes de trabalhar com IA — não contra ela — serão mais procurados.
Contratações cuidadosas e foco em resultados:
Empresas estão adotando modelos de contratação mais cautelosos e baseados em habilidades comprovadas, não apenas em títulos. A habilidade de demonstrar competência prática já pesa mais no processo seletivo.
Em outras palavras: o mercado de 2026 não vai esperar por quem ficou parado.