A revista Economistas, publicação do Sistema Cofecon/Corecons, recebe artigos para a edição de março de 2026, tradicionalmente dedicada a valorizar a produção intelectual e a atuação profissional das mulheres economistas no Brasil.
A proposta desta edição é ampliar a visibilidade da contribuição técnica, analítica e profissional das mulheres no debate econômico, reunindo artigos sobre temas diversos da Economia — como macroeconomia, política fiscal e monetária, desenvolvimento regional, indústria e infraestrutura, finanças, mercado de trabalho, economia internacional, economia ambiental, inovação, planejamento, avaliação de políticas públicas, entre outros.
A chamada convida economistas mulheres que atuam na academia, no setor público, no mercado, no terceiro setor e em consultorias a submeterem trabalhos que expressem diferentes abordagens teóricas e metodológicas, reafirmando o papel das economistas como protagonistas na formulação de diagnósticos, na proposição de soluções e na construção de estratégias para o desenvolvimento do país.
Ao destacar a presença feminina em múltiplas áreas da Economia, a revista reafirma seu compromisso institucional com a pluralidade de pensamento, com a excelência técnica e com o fortalecimento da profissão de economista.
Os artigos devem ser enviados até 25 de fevereiro de 2026, para o e-mail imprensa@cofecon.org.br
Especificações para submissão
O artigo deve ter entre 10.000 e 13.000 caracteres (com espaços);
Tabelas e gráficos devem ser também enviados separadamente, em formato Excel;
Enviar minicurrículo da autora e foto em boa resolução, para publicação junto ao artigo;
Todos os artigos serão avaliados pelo Conselho Editorial da revista Economistas, responsável pela avaliação dos textos e seleção dos artigos que irão compor a publicação.
Participe desta edição e contribua pimprensa@cofecon.org.brara ampliar a presença qualificada das mulheres no debate econômico brasileiro.
Linha Editorial
A revista Economistas tem como linha editorial a busca por um debate econômico de qualidade, que seja técnico ainda que não necessariamente acadêmico, atingindo um público composto essencialmente por economistas, e cujo conteúdo engrandeça a figura do economista como profissional indispensável à sociedade.
São permitidos artigos com posicionamentos econômicos de qualquer escola econômica, respeitados a pluralidade de pensamentos e o contraditório. A defesa de posicionamentos econômicos deve estar apoiada na boa técnica profissional, com elementos (p.ex: dados que podem ser organizados como gráficos, tabelas ou sob a forma que melhor se ajustar à compreensão) que possam demonstrar aquilo que se pretende apresentar.
Não serão permitidos textos que incitem o preconceito e a discriminação em qualquer escala, seja racial, político, de gênero, religioso e textos que apresentem conteúdo considerado partidário ou meramente panfletário, defendendo outra coisa que não as ideias econômicas fundamentadas na boa técnica. Também serão vetados trechos dos artigos que utilizem termos considerados ofensivos para a defesa de suas ideias.