Você provavelmente já percebeu que algo mudou nas empresas nos últimos anos. Estou falando das pessoas. Se você contrata funcionários, gerencia equipes ou simplesmente convive com colegas mais jovens, já deve ter notado uma fragilidade emocional que não existia há duas décadas. Jovens que entram em colapso diante de uma crítica construtiva. Profissionais que abandonam o emprego porque o chefe pediu para refazer um relatório. Pessoas que consideram qualquer cobrança de resultado como uma forma de violência.
Existe uma causa concreta para esse fenômeno, e ela tem nome: a chamada “educação positiva”, que na prática se revelou uma educação permissiva, sem limites, sem estrutura e sem autoridade. Uma geração inteira foi criada por pais, que seguiram dicas dos outros, e que confundiram amor com permissividade, respeito com ausência de regras, e proteção com a eliminação de qualquer desconforto.
Os resultados já estão aí. E você, que poupa, investe e trabalha para construir patrimônio e garantir o futuro da sua família, precisa entender o que está acontecendo, porque as consequências econômicas e políticas desse experimento social fracassado vão afetar diretamente o seu bolso, as suas empresas, os seus investimentos e o país onde você pretende envelhecer.
Como a permissividade virou método educacional
Durante milhares de anos, a humanidade criou seus filhos de forma parecida: com autoridade, limites, regras e consequências. Os pais mandavam, os filhos obedeciam. Como em tudo que é humano, havia erros, havia excessos, mas a estrutura básica funcionava. Crianças aprendiam desde cedo que não podiam fazer tudo o que queriam, que existiam obrigações antes dos prazeres, que o mundo não girava ao redor de seus desejos e que a frustração fazia parte da vida. São questões que se não forem resolvidas na fase adulta produzem consequências financeiras muito negativas e eu abordei sobre isso no meu ebook: Virtudes, Vícios e Independência Financeira.
Nas últimas décadas, uma onda de “especialistas” em educação infantil decidiu que toda essa sabedoria acumulada estava errada. Segundo eles, os pais deveriam parar de impor regras e começar a negociar com seus filhos. Deveriam substituir ordens por conversas, limites por combinados, autoridade por horizontalidade. A criança deveria ser tratada como um pequeno adulto, capaz de decidir sobre sua própria vida desde os primeiros anos.
A intenção parecia boa. Ninguém quer repetir os erros do autoritarismo excessivo, da violência gratuita, do pai que batia no filho por qualquer motivo. Mas o pêndulo foi para o outro extremo. Em vez de corrigir os excessos do passado, jogaram fora tudo o que funcionava e que foi desenvolvido por milênios. Em vez de autoridade sem violência, escolheram a ausência de autoridade. Em vez de limites com amor, escolheram amor sem limites.
O resultado foi uma geração de crianças que cresceram achando que podiam tudo, que não precisavam obedecer ninguém, que suas vontades eram mais importantes que qualquer regra, e que qualquer contrariedade era uma injustiça inaceitável. Essas crianças hoje têm vinte, trinta anos. Estão nas empresas, nas universidades, nas repartições públicas e nas urnas.
Adultos que não aprenderam a tolerar frustração são eleitores fáceis de manipular. Basta prometer que o governo vai resolver seus problemas, eliminar seus desconfortos e garantir seus desejos. Adultos que cresceram sem ouvir “não” em casa querem um Estado que também nunca diga “não”. Querem direitos sem deveres, benefícios sem custos, segurança sem responsabilidade. Os políticos entenderam isso e ajustaram seus discursos. Oferecem proteção contra qualquer risco, compensação por qualquer fracasso, punição para qualquer um que ouse contrariá-los. O Estado assume o papel dos pais que nunca impuseram limites, só que agora com poder de polícia, de tributação e de coerção legal. Cada nova fragilidade emocional dessa geração se transforma em justificativa para mais uma lei, mais uma agência reguladora, mais um programa assistencial, mais um imposto. A infantilização em massa virou combustível para a expansão do poder político, e quem paga essa conta é justamente quem aprendeu a cuidar da própria vida sem depender de ninguém.
O mercado de trabalho como espelho da falência educacional
Se você é empresário ou gestor, já deve ter sentido na pele o que estou descrevendo. Contratar ficou mais difícil porque falta gente preparada para trabalhar de verdade. Preparada no sentido mais básico: chegar no horário, cumprir ordens, aceitar críticas, resolver problemas, perseverar diante de dificuldades.
A capacidade de ouvir um “não” sem surtar se tornou uma qualidade rara, assim como: a disposição para fazer tarefas chatas porque fazem parte do trabalho. A humildade de reconhecer que um funcionário novo não sabe tudo e precisa aprender. A resiliência para enfrentar semanas difíceis sem pedir demissão.
Essas características eram formadas na infância, em casa, quando os pais diziam “não” e sustentavam o “não” mesmo diante do choro e da birra. Quando a criança aprendia que existem horários para dormir, para comer, para estudar, e que não dá para ficar jogando videogame a noite inteira só porque ela quer. Quando os adolescentes tinham obrigações em casa, responsabilidades proporcionais à sua idade, e sofriam consequências reais quando não as cumpriam.
Pais permissivos não ensinaram nada disso. Criaram filhos que chegam ao primeiro emprego achando que o chefe é apenas mais um adulto com quem podem negociar, questionar e desobedecer quando discordam. Que interpretam qualquer crítica como um ataque pessoal. Que acham que merecem promoção por existirem, não por entregarem resultados.
O custo econômico da fragilidade em massa
Toda essa fragilidade tem um preço, e quem paga é você. Paga como empresário que precisa gastar mais para contratar, treinar e reter funcionários. Paga como consumidor que recebe produtos e serviços piores porque as empresas não conseguem manter equipes competentes. Paga como contribuinte que sustenta um Estado inchado de funcionários públicos improdutivos. Paga como investidor que vê empresas brasileiras perderem competitividade internacional.
Vou ser mais específico. Uma empresa americana fez uma pesquisa recente mostrando que gerentes gastam em média 5 horas por semana lidando com conflitos e problemas emocionais de funcionários das gerações mais jovens, quase o dobro do tempo gasto com funcionários mais velhos. São horas que não estão sendo usadas para melhorar produtos, conquistar clientes ou aumentar a eficiência. É dinheiro jogado fora porque a geração que está entrando no mercado não aprendeu a lidar com as frustrações normais da vida adulta.
Outro dado relevante: pesquisas mostram que jovens profissionais de hoje trocam de emprego com uma frequência muito maior que as gerações anteriores. Parte disso é atribuída à “busca por propósito” e outras justificativas elegantes. Mas boa parte é simplesmente intolerância à frustração. O trabalho ficou difícil? O chefe cobrou resultado? A empresa não ofereceu todos os benefícios que ele queria? Pede demissão e vai para outra. Ou pior: fica no emprego, mas para de produzir, fazendo apenas o mínimo para não ser demitido.
Isso gera um ciclo vicioso. Empresas precisam pagar mais para atrair e reter talentos, repassam esse custo para os preços, a economia perde produtividade, todos ficamos mais pobres. O trabalhador competente e dedicado, que é minoria, precisa compensar a preguiça e a incompetência da maioria, acumulando funções e responsabilidades sem remuneração proporcional.
Estratégia para substituição humana?
Se alguém quisesse convencer empresários a substituir seres humanos por robôs e inteligência artificial, dificilmente encontraria estratégia melhor do que essa. Forme uma geração inteira de profissionais frágeis, improdutivos, caros e cheios de exigências. Faça isso em todo o Ocidente ao mesmo tempo, usando as mesmas teorias educacionais, os mesmos especialistas, os mesmos livros traduzidos para dezenas de idiomas. Espere vinte anos.
Quando essa geração chegar ao mercado de trabalho, a automação parecerá não apenas vantajosa, mas obrigatória para manter as empresas funcionando.
Não sei se foi um plano deliberado ou apenas a convergência estranhamente acidental de muitas ideias ruins adotadas simultaneamente por pessoas que se consideram iluminadas. Mas se foi um plano, está funcionando. Empresários que antes resistiam à automação por apego ao fator humano hoje calculam, com frieza, quanto custa um funcionário que pede demissão ao receber críticas versus quanto custa um software que nunca reclama, nunca falta, nunca processa a empresa por danos emocionais.
A ironia é que essa mesma geração, criada para ter tudo sem esforço, será a primeira a descobrir que robôs não negociam, não aceitam desculpas e não se impressionam com diplomas. O mercado de trabalho que eles esperavam encontrar, cheio de compreensão e flexibilidade, está sendo substituído por algoritmos que só entendem uma linguagem: resultado.
A captura política da fragilidade
Se o impacto econômico já é grave, o impacto político é ainda mais preocupante. Uma geração criada sem limites, que aprendeu que suas vontades devem ser sempre atendidas, naturalmente vai buscar um Estado que faça o papel dos pais permissivos. Um Estado que dê sem exigir, que proteja sem cobrar, que satisfaça todos os desejos sem impor nenhuma responsabilidade.
Não é coincidência que o crescimento da educação permissiva tenha coincidido com o avanço de ideias políticas baseadas na redistribuição forçada de renda, no assistencialismo permanente e na infantilização do cidadão. Pessoas que nunca aprenderam a adiar gratificação não conseguem entender por que deveriam poupar para a aposentadoria em vez de esperar que o governo cuide delas. Pessoas que nunca enfrentaram consequências pelas suas escolhas não entendem por que deveriam arcar com os custos de suas próprias decisões.
O eleitor frágil quer um político que prometa resolver todos os seus problemas sem exigir nada em troca. Quer aumento de salário sem aumento de produtividade. Quer saúde, educação e aposentadoria de qualidade sem pagar impostos correspondentes. Quer que os “ricos” paguem a conta, sem entender que essa conta sempre acaba no colo da classe média trabalhadora, que é você.
A erosão da meritocracia
Uma das primeiras vítimas dessa mentalidade é a meritocracia. Se você foi criado achando que merecia tudo apenas por existir, a ideia de que recompensas devem ser proporcionais ao esforço e aos resultados parece ofensiva. A meritocracia pressupõe desigualdade de resultados, porque as pessoas têm talentos diferentes, fazem esforços diferentes e tomam decisões diferentes. Para quem foi criado acreditando que toda desigualdade é injustiça, isso é inaceitável.
O ataque à meritocracia está chegando às empresas, às universidades e às políticas públicas. Cada vez mais, vemos critérios de seleção sendo alterados para privilegiar características que nada têm a ver com competência. Vemos empresas contratando funcionários por outros motivos que não suas habilidades específicas.
Se você construiu sua carreira e seu patrimônio baseado na premissa de que trabalho duro e competência seriam recompensados, prepare-se para um mundo onde essa premissa é cada vez mais questionada. Uma geração inteira não aprendeu a aceitar que resultados dependem de esforço.
A espiral da dependência
Existe uma conexão direta entre a forma como uma pessoa foi criada e sua relação com dinheiro. Crianças que aprenderam a esperar, a poupar e a abrir mão de prazeres imediatos em favor de benefícios futuros se tornam adultos capazes de construir patrimônio. Crianças que sempre tiveram suas vontades atendidas imediatamente se tornam adultos escravos do consumo instantâneo e do endividamento crônico.
Os dados de inadimplência no Brasil são assustadores. Dezenas de milhões de brasileiros estão com o nome sujo, muitos deles jovens que entraram na vida adulta sem a menor noção de como administrar dinheiro. Falta a estrutura mental básica para adiar gratificação. Não aprenderam em casa a diferença entre “quero” e “posso”, entre “desejo” e “necessidade”, entre “agora” e “depois”.
Essa geração endividada e financeiramente descontrolada vai demandar cada vez mais intervenção estatal. Vai exigir perdão de dívidas, vai aplaudir programas de “renda básica”, vai apoiar políticos que prometam resolver seus problemas financeiros por decreto. E quem vai pagar essa conta? Você sabe a resposta: quem poupa, quem investe, quem constrói patrimônio.
O que você pode fazer
Diante desse cenário, é natural sentir impotência. Você não controla como os outros pais criam seus filhos, não controla as políticas educacionais do governo, não controla o tipo de profissional que o mercado forma. Mas existem algumas coisas que você pode e deve fazer.
A primeira é cuidar da educação dos seus próprios filhos. Não caia na armadilha da educação permissiva travestida de amor e respeito. Seus filhos precisam de limites, regras, estrutura e autoridade. Precisam ouvir “não” e aprender a lidar com a frustração que vem junto. Precisam ter obrigações, responsabilidades e consequências. Precisam entender que o mundo não gira ao redor deles e que ninguém deve nada a eles pelo simples fato de existirem.
Isso não significa ser violento, autoritário no sentido negativo, ou criar um ambiente de medo em casa. Significa ser pai e mãe de verdade, ocupando o papel de autoridade que a natureza designou para você. A autoridade parental não é uma forma de opressão, é uma necessidade biológica e psicológica das crianças. Elas precisam de adultos que lhes deem estrutura mental, que lhes ensinem os limites entre o possível e o impossível, entre a fantasia e a realidade.
A segunda coisa que você pode fazer é se preparar financeiramente para um mundo mais difícil. Se as tendências que descrevi continuarem, teremos um mercado de trabalho menos produtivo, uma economia menos dinâmica, uma carga tributária maior e um Estado mais inchado. A melhor proteção contra esse cenário é construir patrimônio que gere renda, diversificar investimentos, manter reservas de liquidez e evitar dependência de qualquer empregador ou governo. É isso que eu chamo de Independência Financeira.
A terceira é resistir intelectualmente. Não aceite as premissas falsas que estão por trás dessa deterioração. Não tenha vergonha de defender a meritocracia, a responsabilidade individual, a autoridade parental e os valores que permitiram à civilização ocidental prosperar por séculos. Não se deixe intimidar por quem tenta rotular essas posições como ultrapassadas. A crueldade verdadeira é criar uma geração de adultos incapazes de enfrentar a vida real. Você tem o dever de buscar o desenvolvimento de suas próprias virtudes.
A sabedoria que abandonamos
Nossos bisavós não tinham acesso a livros de psicologia e nem de educação financeira, não frequentavam palestras sobre educação positiva, não seguiam perfis de especialistas em parentalidade nas redes sociais. Ainda assim, criaram filhos que foram à guerra, reconstruíram países devastados, ergueram economias, e transmitiram valores que atravessaram gerações.
Como conseguiram isso sem toda a “ciência” educacional moderna? Porque seguiam uma sabedoria acumulada por milhares de anos, transmitida de geração em geração, refinada pela experiência de incontáveis famílias. Uma sabedoria que entendia a natureza humana de forma realista, sabendo que crianças nascem sem estrutura moral e precisam ser formadas, não apenas deixadas livres para “se expressarem”.
Essa sabedoria tradicional reconhecia que o ser humano tem uma tendência natural para o erro, para o excesso, para a busca do prazer imediato e infinito. Por isso, a educação deveria ser um processo de formação de virtudes, não de satisfação de desejos. Os pais não estavam ali para fazer a criança feliz a cada momento, mas para prepará-la para uma vida adulta íntegra, produtiva e resiliente.
Abandonamos essa sabedoria porque achamos que sabíamos mais. Porque uma geração de “especialistas” formados em universidades dominadas por ideias materialistas e relativistas decidiu que toda a tradição estava errada e precisava ser reinventada do zero. Os resultados do experimento estão aí para quem quiser ver.
O preço da arrogância intelectual
Existe um padrão que se repete na história. De tempos em tempos, surge um movimento intelectual que se considera superior a toda a sabedoria acumulada pela humanidade. Promete revolucionar a sociedade, criar um “homem novo”, construir um mundo baseado em princípios “científicos” e “racionais”. No século XX, esses movimentos fracassaram de forma catastrófica, deixando milhões de mortos pelo caminho.
A educação permissiva não é comparável a esses horrores em escala, mas compartilha a mesma arrogância básica: a crença de que especialistas iluminados, amantes do progresso, sabem mais sobre como criar seres humanos do que todas as gerações anteriores combinadas. O mesmo desprezo pela tradição, o mesmo desejo de engenharia social, a mesma fé cega em teorias não testadas.
Os resultados, novamente, estão aí. Uma geração de jovens com níveis recordes de ansiedade, depressão e outros transtornos mentais. Jovens que não conseguem lidar com contrariedades mínimas da vida cotidiana. Jovens que precisam de avisos prévios antes de ler textos que possam incomodá-los. Jovens que consideram qualquer desacordo uma forma de violência.
Isso não é progresso. É deterioração. E quem vai pagar o preço são as gerações que terão que conviver com esses jovens como colegas de trabalho, como eleitores, como cidadãos, e eventualmente como pessoas que ocuparão posições de poder.
Preparando-se para o inevitável
Não escrevi este texto para deprimir você. Escrevi porque acredito que informação é poder, e que conhecer a realidade, por mais desagradável que seja, é o primeiro passo para lidar com ela de forma inteligente.
O estrago da educação permissiva já está feito em grande medida. Os adultos que foram criados assim não vão voltar a ser crianças para serem educados corretamente. Vão continuar no mercado de trabalho, vão continuar votando, vão continuar influenciando a cultura e as políticas públicas. Isso é um fato consumado. Eu torço para que essas pessoas acordem.
O futuro ainda não está escrito. Você pode criar seus filhos de forma diferente, formando uma próxima geração mais preparada. Pode se proteger financeiramente dos impactos econômicos que virão. Pode manter sua integridade intelectual num mundo que tentará convencê-lo de que preto é branco e branco é preto.
A história mostra que civilizações não morrem de causas externas. Morrem quando abandonam os valores que as sustentavam, quando trocam a sabedoria dos ancestrais por modismos intelectuais, quando se recusam a transmitir às novas gerações o que aprenderam com as anteriores. Estamos vivendo esse processo em tempo real. Cabe a cada um de nós decidir se será parte da solução ou se será arrastado pela correnteza.
A independência financeira é uma forma de liberdade que permite a você e sua família resistir às pressões de um mundo que caminha em direção errada. É a diferença entre ser obrigado a aceitar qualquer trabalho, qualquer condição, qualquer imposição, e ter a autonomia para escolher seus próprios caminhos.
Continue poupando, continue investindo, continue construindo. Mas não se esqueça de que seu maior legado não é o patrimônio que vai deixar para seus filhos. É a educação, os valores e a estrutura mental que vai transmitir a eles. É isso que vai determinar se eles serão parte da solução ou parte do problema no mundo que está por vir.
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Por Leandro ÁvilaPublished On: 16/01/2026Categorias: Independ
Leandro Ávila é Educador Financeiro, Administrador de Empresas, com extensão em Investimentos Financeiros e Finanças Pessoais. Autor do blog Clube dos Poupadores e de diversos livros sobre investimentos e independência financeira.



