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Seu resumo semanal de temas que estão na mira do Ricardo Amorim.
Confira e entenda o que isso pode mudar em sua estratégia.
Brasil: o país que mais usa criptomoedas no mundo.
O Brasil passou EUA, Índia, Japão e Reino Unido e chegou ao topo de um ranking global de adoção de criptomoedas.
Entre julho de 2025 e junho de 2026, a criptoeconomia brasileira movimentou cerca de US$ 252,5 bilhões, mais de R$ 1,25 trilhão, o equivalente a aproximadamente 2,7% de toda a atividade cripto mundial.
O avanço foi puxado principalmente pelas stablecoins, moedas digitais geralmente atreladas ao dólar. A movimentação delas cresceu 495% no Brasil, contra 89% no restante da América Latina.
Outro dado chama atenção: as corretoras brasileiras respondiam por apenas 1,5% do fluxo de cripto no país. Hoje, já são 12,5%.
O Brasil sempre adotou novas tecnologias financeiras muito rápido. Foi assim com o Pix, bancos digitais e agora acontece com os criptoativos.
A pergunta é: o que explica essa corrida? Busca por inovação, proteção patrimonial, desconfiança na economia tradicional ou tudo isso junto?
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Você levaria seus pais para uma entrevista de emprego?
Uma pesquisa com mais de mil jovens da geração Z mostrou que 20% já levaram um dos pais para uma entrevista de emprego.
E não para por aí. Em uma conferência de RH, mais da metade de 250 profissionais disse já ter recebido ligações de pais para questionar contratações, feedbacks, planos de saúde, faltas e até demissões dos filhos.
A intenção pode ser ajudar. O efeito pode ser o contrário: passar ao mercado a mensagem de que o filho não consegue se virar sozinho.
E isso começa muito antes do primeiro emprego.
Quando os pais interferem toda vez que aparece uma nota baixa, uma punição ou um problema na escola, fica mais difícil desenvolver autonomia e responsabilidade.
Proteger demais hoje pode atrapalhar muito amanhã.
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Maranhão: porta de saída do Brasil para o mundo.
Com 7,3 milhões de habitantes e um PIB maior que Islândia, Guiana e Honduras, o Maranhão deixou de ser “apenas Nordeste” para virar elo vital do comércio exterior brasileiro.
O Porto do Itaqui é o 4º maior porto público do país, recebe navios de grande porte e tem custos logísticos altamente competitivos. É o ponto portuário brasileiro mais próximo dos EUA e Europa, tornando o estado um dos principais corredores de saída do agronegócio do Centro-Norte e do MATOPIBA. Resultado: grãos, minérios e combustíveis fluem com eficiência e, nos últimos anos, a base produtiva local vem se ampliando com indústria de transformação, energia e serviços. São Luís opera como hub de decisões e apoio logístico. Em economia, distância é custo. No Maranhão, a geografia virou vantagem competitiva.
Localização privilegiada, infraestrutura de classe mundial e integração com o agronegócio: o Maranhão é hoje um ativo logístico fundamental do Brasil. Um dos pontos onde o país se conecta ao mundo.
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Quanto mais você vive, mais valioso fica o seu tempo. Como usar isso a seu favor?
Existe um paradoxo simples sobre o tempo: quanto menos resta, mais valioso ele fica.
Em uma vida de 80 anos, 1 ano representa 1,25%. Aos 40, passa a valer 2,5% do tempo restante. Aos 70, pode representar 10%.
Isso muda a forma de tomar decisões.
No começo da vida, faz sentido experimentar: carreiras, hobbies, interesses, caminhos. É quando você coleta informações sobre si mesmo.
Depois, o jogo muda. É hora de focar, dizer mais “não” e investir energia no que realmente traz retorno profissional e pessoal.
Não é sobre ter medo do relógio. É sobre aprender a alocar melhor o ativo mais escasso que existe: seu tempo.
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